03rd Oct2010

Blu-ray e Amos Gitai

by Pedro Henrique Gomes
Dizem que o primeiro filme em Blu-ray a gente nunca esquece. Acabo de chegar em casa com meu Blu-ray o triplo de The Wizard of Oz (é importado, não sei se foi lançado aqui), ou O Mágico de Oz, clássico inesquecível directed by Victor Fleming. Ainda não vi o filme na alta qualidade que deve ser proporcionada pela “nova” (ou melhor, mais recente) tecnologia, o que devo fazer hoje à noite. O filme é aquilo tudo que vocês já sabem. Não é “o” filme que vai me fazer enlouquecer pelas imagens em alta definição, mas, de carona, aluguei Avatar – que, esse sim, extrapola todos os limites da imagem. É lindo ver os bichanos azuis correndo e voando pela selva (amazônica?). O filme é ainda melhor quando revisto (ou, nesse caso, “pentavisto”). Não compro mais dvd’s a partir de ontem, com exceção das séries – uma caixa com as quatro temporadas completas de Prison Break é a próxima da lista.

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Ontem teve a tão esperada sessão comentada de Kippur – O Dia do Perdão, com a presença ilustríssima do diretor Amos Gitai, que tem uma mostra dedicada a sua obra acontecendo em Porto Alegre e no (Festival do) Rio. Gitai falou antes do filme e abriu perguntas sobre sua obra, pois estava demasiado cansado e queria dormir. Na platéia, Carlos Gerbase, Moacyr Scliar, Gustavo Spolidoro, Fabiano de Souza, Glênio Póvoas, entre outros. O filme, quem já viu, sabe, é pancada. Conta a história de soldados israelenses em missões de resgate com helicópteros na Guerra do Yom Kippur. Gitai foi um destes soldados, quando quase perdeu a vida numa dessas missões quando o helicóptero onde estava foi atingido por um míssil. Daí resolveu largar tudo e virar cineasta – o que refletiu diretamente em sua obra: engajado politicamente e pregador da paz, antes de tudo. Crítica sai esta semana.

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