24th Oct2011

A mediocridade de Harry Potter – 29 conceitos

by Pedro Henrique Gomes

1. Em todos os filmes da cine-série alguém fala que o bruxinho é a cara da mãe dele.

2. Em todos os filmes da cine-série alguém salva a pele do bruxinho, mas ele leva o crédito por ser o escolhido (the chosen one).

3. Em todos os filmes da cine-série Potter faz uma descoberta inútil.

4. Em todos os filmes da cine-série existe algum objeto que é o mais poderoso dentre esses objetos.

5. Em todos os filmes da cine-série Potter espera o inimigo atacar primeiro.

6. Em todos os filmes da cine-série fica claro que a magia é uma metáfora analógica do cristianismo (sem sexo antes do casamento e da maioridade, além-vida, poderes divinos, ressurreição, sacrifício etc).

7. Em todos os filmes da cine-série há um esforço hercúleo para mostrar o quanto Dumbledore é sábio.

8. Em todos os filmes da cine-série fica claro que Dumbledore não passa de um frasista.

9. Em todos os filmes da cine-série Potter conhece alguém de quem desconfia.

10. Em todos os filmes da cine-série Potter descobre que esse alguém está do seu lado, ao contrário do que pensava.

11. Em todos os filmes da cine-série os diretores tentam mostrar o quanto Harry Potter é especial, até que deixamos de nos importar com ele, pois ele é especial.

12. Em todos os filmes da cine-série alguma varinha falha.

13. Em todos os filmes da cine-série, mesmo tendo suas varinhas em mãos, Potter, Hermione e Ron fogem de alguma coisa.

14. Os três representam a santíssima trindade.

15. Em todos os filmes da cine-série os personagens deixam de usar alguma magia para se salvarem, pois preferem sofrer.

16. Em todos os filmes da cine-série Malfoy demonstra ser um imbecil, mas mesmo assim os diretores insistem em tentar criar um clima entre ele e o escolhido.

17. No final, no momento de maior perigo da cine-série, Hermione e Ron se beijam pela primeira vez.

18. O tão esperado ménage a trois nunca se consuma.

19. O romance de Potter com a irmã de Ron se deu apenas para o herói não ficar sozinho e não morrer virgem.

20. O ensinamento final de Dumbledore é que o amor é a salvação de tudo.

21. Dumbledore reconhece sua mediocridade como frasista, mas não vai embora sem uma última grande lição, já no “céu”.

22. Em todos os filmes da cine-série Harry Potter quase morre, mas ele é Harry Potter.

23. Em todos os filmes da cine-série algum novo personagem olha para ele e diz atônito: “Harry Potter”.

24. Depois nos lembram que ele é a cara da mãe.

25. Potter é sempre acusado de alguma coisa, mas depois prova sua inocência salvando o dia.

26. Dumbledore, o Chuck Norris fundido com MacGyver da geração, já sabia de sua inocência.

27. Lord Voldemort não mete medo nem em formigas.

28. Malfoy não assume sua paixão secreta por Potter.

29. 19 anos depois, o filho de Harry Potter não usa óculos.

30 Responses to “A mediocridade de Harry Potter – 29 conceitos”

  • Kkkkkkkk…Muito engraçados os seus pontos e eu até concordo com eles mas faz parte de toda enrolação de filmes de franquia. Sempre com as mesmas coisas.
    =1

  • C-C-C-C-C-C-C-C-C-C-C-C-C-C-C-C-C-COMBO BREAKER!
    Rachei champs!

  • Seu desgranhento!!!! Como você pode criticar HARRY POTTER???? Não sabes nada de cinema. Provavelmente é viúva de “Star Wars” ou “O Senhor dos Anéis”. VIDA LONGA A JK ROWLING!!!!!!!!!!!!!

    Anônimo

  • Hahahaha! Anônimo!!!

    Mas eu também não gosto de Star Wars nem de O Senhor dos Anéis (só do primeiro).

    Abração!!!

  • Bruno Cardoso

    Eu ao ler isso tudo:
    ZZzZZzzzZzZzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzZZzzzzz

  • Vini

    Olá, Pedro! Essa é a primeira vez que visito seu site! Estou aqui para apontar alguns equívocos em seu post.
    Não, a magia não é uma metáfora para o cristianismo. Primeiramente que J.K. Rowling nem é cristã (tem suas dúvidas quanto a existência de uma divindade). Em nenhum momento foi construído que sexo só poderia vir depois do casamento, e o fato de terem poderes mágicos e espirito se trata apenas de um universo fictício, já que a história se assume desde o inicio como fantasiosa. Inclusive, a série inteira passa uma mensagem contra o fascismo e a intolerância do preconceito (coisa que nós sabemos que a religião incentiva).
    Ron, Hermione e Harry não representam a santíssima trindade. O trio já é algo presente em quase todos os mitos, e isso já instituído no trabalho de Campbell.
    Dumbledore também não é um frasista, e passa ensinamentos que considero válidos. Afinal, qual é o problema em passar uma mensagem de que o amor é uma motivação maior do que a ganância?
    O fato de Harry ser “O Escolhido” é algo que se repete em todas as grandes histórias: o fato do garoto começar no mundo normal e partir para um novo mundo, e lá conquistar o seu lugar, podemos ver Star Wars, Senhor dos Anéis, Matrix e até no Poderoso Chefão. É um mero recurso para a identificação do espectador. Por mais que não goste dessas histórias que citei acima, são elas que marcam, diferente do próximo filme do David Lynch…
    Sim, durante a saga temos algumas fórmulas, porém elas são usadas para explorar temas diferentes: no terceiro capítulo “estudamos” o medo, no quinto a política (e como a manipulação acontece), já o sexto é dedicado à um estudo psicológico dos personagens, em minha opinião, mais interessantes da saga: Dumbledore e Voldemort. O último é quase que uma expansão de todos os argumentos que foram construídos durante a saga, que queira admitir ou não, são fortes.
    Enfim, sou ateu e fã da saga, por isso que suas interpretações não me fizeram questionar se você não estava tomando alguns alucinógenos ao fazer o post…
    Termino aqui recomendando um crítico: Pablo Villaça (ateu), do Cinema em Cena, com seu texto sobre o último Potter: http://www.cinemaemcena.com.br/plus/modulos/filme/ver.php?cdfilme=8605

  • Vini

    O que me pareceu isso foi aquela situação do padre falar que o Homem-Aranha tinha mensagens subliminares do Diabo (“pois quando ele solta a teia faz o simbolo do capeta”), só que invertida…

  • Oi Vini,

    Calma lá, o texto é claramente hiperbólico, isto é, exagera nas brincadeiras. Parece que você levou ele a sério demais. O ateísmo não entra em consideração também. Parece que você está dizendo que não gostei do filme por ser ateu – minhas críticas aos filmes não são consequências do meu ateísmo. O imaginário cristão, aliás, existe como práxis social, sendo que não seria necessário a autora ser cristã para adotá-lo (mesmo que para negá-lo). Dumbledore, mais que um frasista, é um personagem absurdamente patético. De mais a mais, acho Harry Potter detestável (como cinema, claro, não li os livros; nem quero). O céu (!!!) que o filme cria é claro em sua mensagem: HP morre e volta para cumprir seu destino – pois ainda não tinha terminado. Isso é muito cristão – ainda que de brinquedo.

    Obrigado pela cortesia. Abraço!

    • Vini

      Pedro, não sei se você sabe, mas a saga Harry Potter é constantemente ataca pelos cristãos, dizendo que incentiva o satanismo (veja esse link: http://www.chamada.com.br/mensagens/harry_potter.html). Bom, se até os cristãos renegam, e a autora em nenhum momento citou esses supostos simbolismos, quem somos nós para levantar essa questão?
      Acho que, tal como os padres que dizem ser satanista, você está se equivocando. O fato de Harry morrer e retornar não pode passar de um mero uso para reviravolta no roteiro (assim, fechando o ciclo das Horcrux’s)? É da “Jornada do Herói” (olha o Campbell ai!) que haja o momento de superação do protagonista. Isso não precisa vir necessariamente da Bíblia, mas é algo que se repete nos mitos.
      Realmente não consigo entender sua aversão ao Dumbledore. Ele não está lá apenas para fazer frases, mas tem um papel importante na história (principalmente por maquinar todo o jogo). Além disso, durante os capítulos finais, todo o seu misticismo é desconstruído: conhecemos seu passado obscuro. Mas repito: considero suas frases excelentes, principalmente quando refletem sobre a ética.
      Continuarei grande fã da saga (tanto no cinema como na literatura), principalmente por passar uma mensagem otimista sem ser tola, desenvolvendo de forma cativante seus personagens (pelo menos pra mim, rs).
      Enfim, opinião é opinião. Não há como uma história conquistar a todos…
      Obrigado pela atenção, abraços! :)

      • Vini

        atacada*

      • Salve, Vini!

        Os cristãos criticam filmes que não entendem, mas os que o fazem são os fundamentalistas e dogmáticos. Eu já havia dito que a história toda do cristianismo foi brincadeira, no post. De qualquer forma, se depois falei do céu (e o céu do cristianismo nunca foi atraente; o inferno é muito mais), foi muito mais como efeito do filme – mas ainda defendo que a ideia daquele céu é muito cristã, no sentido da imagem mesmo, da estética. Claro que vem de mitos anteriores ao cristianismo, mas ele mesmo é criação de outros mitos (um paganismo aqui, um pouco da religião romana acolá, etc.). Já as frases, acho que seriam boas se não fossem bregas.

        Essa coisa do passado obscuro e da desconstrução do mito é presente em toda literatura que navega por esses mares. Harry Potter é só uma história mal contada desse fronte, que eu gosto muito. No fundo, sabemos que tudo se trata de pastiche de mitologias, em especial da greco-romana, mas também de egípcias, celtas, escadinavas e toda sorte de lendas pré-cristãs.

        Abraço e obrigado pela discussão. Estou gostando!

        • Vini

          Ah, agora compreendi quando você disse “brincadeiras”. Realmente acabei levando isso a sério.

          No entanto, em nenhum momento na saga é citado o Céu. Existe um mundo espiritual, porém, como disse, pode ser tratado apenas como um elemento de um universo fantástico. Afinal, não há como CRAVAR que Harry Potter é uma história cristã, já que a criadora nunca disse nada a respeito (ao contrário, por exemplo, de C.S. Lewis em Nárnia).

          Quando disse desconstrução de mito, estava me referindo ao Dumbledore. Durante a saga inteira ele é tratada como “O Grande Bruxo Fodão”, mas então, compreendemos que era apenas um fraco sofredor. Em minha visão, fez muito sentido, e só facilitou minha identificação com o personagem.

          Como disse: Senhor dos Anéis, Harry Potter, Matrix e tantas outras histórias usaram a Jornada do Herói, só que cada uma com seu tema, personagens e “filosofia”.

          Hehehe, quanto mais interpretações, melhor! Abraço!

          • Vini

            E quanto as frases, não as considero bregas: a morte é um dos grandes dramas da humanidade, e muita de suas frases refletem sobre isso. Na minha opinião, frases bregas são do Mr. Catra, hahahahaha.

          • Não quero dizer que Harry Potter seja uma história cristã em si (não penso que seja) – já C.S. Lewis, que você citou, era cristão, mas sua obra não precisaria ser necessariamente cristã (embora seja). Pasolini, ateu fervoroso, fez o melhor filme cristão do mundo, O Evangelho Segundo São Mateus. Da mesma forma, me parece que Harry Potter poderia se apropriar do céu de uma perspectiva religiosa (cristã, até) sem com isso ser uma história cristã. Mas o fato do céu do filme me remeter ao céu imaginado pelos cristãos não é um problema no filme. Não gosto dele por outros motivos. Os personagens não são mais que caricaturas deles mesmos, isto é, de um imaginário de fantasia revestido com uma coleção patética de clichês e falsos-dramas; e por aí vai.

            Abraço!

          • Vini

            Pedro, me desculpe, mas em todos momentos que você criticou a saga, não usou exemplos. Você usou argumentos, que para mim, foram muito abstratos, como se deixasse subentendido, porém, para quem de fato gosta da série, pode não saber de quais situações você está falando.
            Os dramas de Harry Potter não são falsos. Como disse, a saga se trata de uma história de crescimento, amizade, e conforme foi crescendo deu espaço para tramas políticas e ainda uma discussão sobre a morte. Veja, não estou dizendo que esses temas tem que fazer sentido para VOCÊ, mas para muitos outros fizeram.
            Recomendo um texto de um fã de Harry Potter argumentando se a saga é clichê ou não. Fica a dica: http://clubedoslugue.com/colunas/2011/05/harry-potter-e-cliche/

            Abração! ;)

          • Vini

            Como foi dito, os personagens são arquétipos, não clichês, algo que sabemos ser completamente diferentes.

          • Acho que minhas críticas aos filmes estão bem claras, mesmo que apenas nestes comentários, mas vou tentar expandir um pouco. Mas, Vini, veja que eu não estou negando a relação de quem gosta do filme com a verdade sobre seus méritos.

            Não é questão de fazer ou não sentido. Não busco sentido nos filmes. Da mesma forma, dizer que um filme é uma história sobre isso ou sobre aquilo não quer dizer nada sobre sua potência. Harry Potter, pra mim, é uma coleção de historietas infantis sobre o amadurecimento, o crescimento, a puberdade, a amizade, a união, o amor, a compaixão, tratados, isto é, dos temas mais difíceis de tratar no cinema sem parecer simplesmente moralista e farsesco. Nossa divergência está justamente aí: você admira as tramas e os personagens e eu acho quase tudo francamente detestável – tudo é dito num tom absolutamente vazio, no sentido de que é apenas parte de uma lição de vida (nada contra lições de vida) recheada de códigos recreativos para fisgar o espectador pela sua aparência (não por seu conteúdo), coisas que vemos todos os dias no cinema. Um clichê não é um mal em si, depende se o cineasta sabe lidar com eles. Não me parece o caso aqui. O que você admira nos filmes parece que são as coisas mais subjetivas deles, ou seja, essa coisa toda da amizade e etc. Um filme sobre dramas não é necessariamente um filme dramático.

            Fãs de Harry Potter costumam ser cegos quando pretendem defender os filmes, o que, diga-se, não é teu caso. O texto que você indicou não traz nenhum conceito, ao contrário é mera adjetivação, bem mais raso do que a conversa que estamos tendo aqui, e foca muito nos livros, que não li. Livros e filmes são coisas distintas, com mecanismos e sistemas de produção narrativa diferentes, ainda que possuam semelhanças e diálogos possíveis.

            Os personagens são arquetípicos e clichês (pra mim, no mau sentido).

            Abraço!

          • Vini

            Olha, acho que finalmente entendi seu ponto de vista.

            Harry Potter faz parte de um cinema mais ingênuo: não encontraremos nenhum conteúdo pesado (exatamente para ter um público mais amplo), porém, o que conta para mim é compensar tudo isso tratando seus temas (subjetivos, talvez) com sensibilidade para nos tocar de alguma forma, e assim passar as famosas “lições de vida”. Mas talvez isso se deva ao fato de eu ter crescido vendo Star Wars e tantas outras séries.

            Enfim, cada um tem sua história com o cinema, portanto, tendo visões diferentes.

            Obrigado pela discussão, abraço!
            (ps: convenhamos: qualquer fã, seja de Harry Potter ou de Ingmar Bergman, tende a ser cego)

  • Valeu, Vini! Eu que agradeço a conversa. Volte aqui quando quiser.

    Abraço!

    • Rodrigo Morais

      Primeiro que tudo eu sou fã de Harry Potter.

      Eu entendo as suas críticas. Mas você foca demasiado os filmes (não tem conhecimento dos livros). Ora, eu, com 20 anos e sou estudante de literatura, acho que, para o seu estilo, eles são bons e continuam como um dos melhores livros de literatura fantástica que tenho lido (atrás de Senhor dos Anéis e 1984).
      Vou então explicar o meu ponto de vista:
      1º. Eu entendo o seu argumento de que são usados muitos “clichés”. Mas a autora usou bem estes clichés. Foram adaptados a toda uma história e servem como “lições de moral” para o leitor (e convenhamos que muitos dos leitores começaram a ler numa idade ainda bastante jovem). Como a amizade, o amor, a busca da felicidade e do bem colectivo, a luta pela liberdade…
      2º. Em cada livro/filme existe um desenvolvimento da série e da vida do HP… Numa primeira fase de inocência, de descoberta do seu passado, até uma compreensão plena do que é sofrer e de como viver a vida. É a tal questão “De que forma um homem deve viver a sua vida”.
      3º. Dumbledore representa algo que muitas vezes temos na nossa vida: um modelo, um ídolo, alguém que seguimos… Mas acaba por mostrar também a desilusão que sentimos quando percebemos que essa figura não é assim tão perfeita
      4º. O livro nada tem de cristão… Não há espiritualidade religiosa. Nem sequer é referido um céu. Apenas que a morte é outra “viagem”, mas é desconhecido o que se segue há vida. Uma das críticas que os fanáticos religiosos fazem é, por exemplo, por o Natal não dizer nada sobre Cristo.
      5º. Podemos ver um desenvolvimento temático e, em certa medida, filosófico. Como a morte, o certo e errado, se os fins justificam ou não os meios… Dei apenas alguns exemplos.
      6º. A história e a trama é envolvente. E claro, como toda a literatura fantástica, vai buscar pedaços de cultura pré-cristã. O facto de não abordar a sexualidade, por exemplo, é porque ela não tem importância na história. E assim consegue ter uma plateia mais abrangente de idades ;)

      • Legal, Rodrigo. Objeções são sempre bem-vindas.

        Mas preciso dizer que não foco demasiado nos filmes, eu foco apenas nos filmes. Nesse post, só eles me interessam.

        Sou contra os ídolos e nõa há nada mais chato que filmes sobre “a busca pela felicidade”.

        O Natal não tem nada de religioso porque não precisa ter, ele não é uma celebração exclusivamente cristã.

        Obrigado pelo comentário. Volte outras vezes.

  • Pedro, vou te dizer que a discussão que se seguiu ao post foi bem mais interessante que o próprio post, pelo menos pra mim. Realmente legal acompanhar esse diálogo adulto entre tu e o tal Vini aí. E o curioso é que eu acabo concordando em parte com vocês dois. Compreendo os pontos que tu aponta como problemáticos, mas os mesmos não me evitam de apreciar os filmes enquanto entretenimento.
    Também não li os livros – quase sofro bullying quando falo isso para as pessoas -, mas gosto bastante dos filmes. E me compadeço por ti por tu ter que explicar para alguns leitores que cinema e literatura são coisas diferentes, e que, portanto, para criticar um filme não faz a menor diferença ter lido ou não o livro que o originou.

    • Salve Guilherme!

      É. O Vini fez algumas observações interessantes. O post é uma brincadeira, é bom que tenha sido “aumentado” aqui na caixa de comentários.

      Abraço!

  • Alecxia

    Concordo com o Guilherme, os comentarios ficaram mais interessantes que o proprio post( sem querer ofender). O post soou como uma brincadeira, bem como é. O Vini levou um pouco a serio, mas eu compreendo, quando somos fãs sempre defendemos, mas teve certas coisas que vc escreveu que eu tive que parar de ler pra rir e eu tava pensando,”o que é isso!’. Mas os comentarios de vcs, estava mais serio, mais um debate sobre os alguns pontos do livro, achei bem legal. Não sou fã, gosto muita da serie, mas não tanto assim. Mas discordo de vc com Dumbledore, serio, eu seique ele fala essas frases, mas não é o quê, do persongem dele? Toda a pessoa sabía de mais fala por meio de enigmas ou frases para o principal refletir. O que posso dizer, é assim que as pessoas fazem, e em especial eu gosto muito desse persongem então sou suspeita para falar. Mas a Belatriz merecia ter tido um fim bem pior, foi muito rapido! Só li o primeiro livro, é muito bom, mas não continuei a ler a serie. E a suposta ligação entre a magia e religião, eu acho que os dogmas da igraja catolica acham que magia é mais uma coisa demoniaca, na maioria das vezes, ou sempre ruim, para ter uma ligação parecida entre religião e o livro. O romance com a irmã do Ron, é tipo muito sem cabimento. Derepente ele começa a gostar dela, e eu acho que como ele é “o escolhido”, não se preocuparam muito em achar uma garota meio que fosse mais importante e influente na história. A Gina meio que não é muito importante, então fica meio apagada. Ele só ficou com ela porque ele precisava acabar com alguém. E por eles serem três, é cliche mas praticamente sempre é assim, já percebeu? Vc já assistiu o filme do Percy Jacson? Três pessoas, precisam sair numa busca e encontrar três coisas pra conseguie salva o mundo e tal. Tirando que a grande emoção dos filmes são nesses três lugares, aonde eles quase morrem pra conseguir pegar a droga da coisa que eles precisam, e no final quando ele luta com um cara muito mais poderoso, ele vence porque descobriu os poderes. Essa é a história clche do filme, da muito desgosto, já que o livro é muito bom. As coisas cliche vendem mais do que as coisas com mais conteudo, na maior parte das vezes.
    Mas Harry fez muito sucesso, e eu acho que merece isso.

  • Alecxia

    Desculpa, ficou enorme!

  • Leonardo Silvestre

    Não importa todas essas críticas Harry Potter é o melhor livro do mundo e filme também
    estou dizendo isso na boa cara…

  • Taís C.

    Sou super fã de Harry Potter mas ri muito kkkkk Boa kkkkkkkk

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